Numa tarde de muito calor em Fátima, a equipa da casa recebeu e venceu o Carapinheirense por 2-0, garantindo a passagem à 2ª eliminatória da Taça de Portugal.

O jogo começou com muita intensidade e corria o segundo minuto quando Zé Miguel, numa acção individual, rematou ao poste da baliza do Carapinheirense.

O CD Fátima tinha maior ascendente no decorrer da primeira parte e após um bom cruzamento de Tiago Rosa, Pedro Emanuel rematou para defesa apertada de Paulo André.

O golo do CD Fátima adivinhava-se e apareceu numa jogada espectacular por parte do colectivo fatimense, em que Pedro Emanuel, à entrada da área, serviu André Sousa com o defesa a assinar um remate potente, deixando o guarda-redes visitante sem a mínima hipótese de defesa.

A segunda metade começou da mesma forma, ou seja, com o CD Fátima a dominar por completo, com o segundo golo a aparecer logo no início da etapa complementar, golo esse que é originado por um erro tremendo da defesa do Carapinheirense, que permitiu a Zé Miguel aumentar a vantagem.

Até ao fim da partida, o CD Fátima limitou-se a segurar o seu jogo, perante um Carapinheirense sem capacidade de contrariar a superioridade da equipa da casa.

CD Fátima 2
Valério Virmecati, Bruno Simão, Laranjeiro, Mauro Pereira, Tiago Rosa (João Martins, 80’), André Sousa, Rodrigo Dantas (Hamza Jouini, 73’), Jorge Neves, Caleb, Zé Miguel, Pedro Emanuel (Dzhamal, 82’).
Não jogaram: Nuno Ribeiro, Miguel Neves, Nélson Sousa, Ivan Buha.
Treinador: João Henriques.

Carapinheirense 0
Paulo André, Guilherme, Seidy (Hugo Oliveira, 65’), Carlos Lima, João Neves, Canoso, Eliton (João Mendes, 70’), Gustavo, Pedro Luís (Branco, 45’), Faria, Landry.
Não jogaram: Carlos Bastos, Fábio, Luís Alves, Cissé.
Treinador: António Cortesão.

Estádio Municipal de Fátima
Árbitro: Cosme Machado (Braga).
Auxiliares: Santos Silva e Hélder Branco.
Espectadores: 150. Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 André Sousa (22’), 2-0 Zé Miguel (49’).
Disciplina: Amarelo a Guilherme (24’), Carlos Lima (55’), Gustavo (59’), Hugo Oliveira (84’).

Texto: Renato Francisco – Diário de Leiria