O Caldas voltou a não conseguir voar para os Açores e a partida com o Praiense, a contar para a 27.ª jornada do Campeonato de Portugal, foi novamente adiada. Quinze minutos após a formação das Caldas da Rainha ter levantado voo em direção à ilha Terceira, o avião foi atingido por um raio e acabou por voltar a Lisboa por motivos de segurança.
Segundo Nuno Ferreira, vice-presidente do Caldas e responsável pelo futebol sénior, ainda foi sugerido novo voo pela companhia aérea encarregue de os transportar, mas os jogadores não tinham “condições psicológicas para viajar”.  “A parte humana está acima de qualquer valor”, lembrou a Record.
“Levámos cerca de 15 minutos e a asa esquerda do avião foi atingida por um raio. Toda a gente que estava no avião sentiu. Viu-se um clarão muito grande e, de seguida, um estrondo. Parecia que o avião se ia partir todo. Depois, o comandante informou que íamos ter de regressar a Lisboa”, contou.
Os clubes estão agora à “procura de uma solução para que o jogo seja realizado”.

Presidente do Praiense fala em aproveitamento
Do lado da equipa açoreana, Marco Monteiro, presidente do Praiense, também mostrou abertura para remarcar a partida, já que o interesse “é vencer dentro de campo”. Contudo, não fechou a porta a uma resolução da situação na secretaria, lembrando que tem de “defender os interesses do clube”.

Record